Bobby Kanne fucks Tommy Clapton

Bobby Kanne prendeu Tommy Clapton contra a parede do estúdio de gravação. A foda tinha sido tão explosiva que o sexo ainda vibrava nos microfones.
“Você é um sacana”, Bobby rosnou, apertando o queixo de Tommy.
Tommy sorriu, provocador. “Gay e assumido. E você adora minha putaria.”
Bobby apertou os quadris de Tommy. “Puthinos como você merecem castigo.”
“Então me castiga, safado.”
O beijo veio feroz. A troca era pura sacanagem. Bobby girou Tommy, pressionando-o contra a mesa de som. “Vou te fazer gemer mais alto que seus acordes.”
Tommy gemeu, arqueando as costas. Cada toque era fogo. Cada palavra suja, combustível.
“Mais”, pediu Tommy, arranhando os equipamentos.
Bobby atendeu sem piedade. Os gemidos preenchiam o estúdio. Não havia regras. Apenas desejo bruto e entrega selvagem.
Quando o clímax chegou, Tommy puxou Bobby pelo cabelo. “Você é o pior safado que já tive.”
Bobby sorriu, sacana. “E você, meu putinho favorito.”
Caídos no chão, entre cabos e amplificadores, suados e exaustos, se olharam. Nada mais importava. Só eles dois, o calor e a batida dos corações.
Do lado de fora, a noite caía. Mas ali, no estúdio, a única música que importava era o som dos seus corpos em sintonia.



