Sam Holister bottoms for Jordan Starr by the pool

O terraço do prédio estava vazio, mas Sam Holister e Jordan Starr não estavam ali para admirar a vista. Jordan, um loiro rabudo de olhos felinos, já havia trancado a porta quando Sam se aproximou, o tesão estampado em cada movimento.

“Sabia que você viria”, murmurou Jordan, puxando Sam para perto. O sexo gay amador deles sempre começava assim: urgente, bruto, uma putaria sem compromisso.

Sam, dotado e confiante, deslizou as mãos pelo corpo de Jordan, sentindo cada curva. Libertou o pênis do parceiro, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é viciante”, sussurrou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Jordan, e o sexo começou com gemidos que ecoavam na noite.

A transa mudou quando Jordan virou Sam contra o parapeito. A pica de Sam encontrou o caminho, e a foda foi intensa, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Jordan pedia mais, e Sam entregava tudo, cada estocada uma promessa de prazer infinito.

O sexo gay deles não era sobre amor, mas sobre pura necessidade. Quando ambos explodiram em prazer, o vento parecia aplaudir.

Jordan caiu ofegante, sorrindo. “Você é um monstro, Sam.”

Sam riu, beijando sua nuca. “Até a próxima transa, Jordan Starr.”

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