Trainer Confessions, Part 1 – Luke Adams and Will Braun fuck

Luke Adams nunca acreditou em coincidências. Mas quando Will Braun apareceu três vezes no mesmo dia — na fila do café, na livraria e no ponto de ônibus sob a chuva — ele começou a suspeitar do universo.
“Você está me seguindo?”, perguntou Luke, meio brincando.
Will sorriu, os olhos claros faiscando. “Talvez o universo esteja.”
Luke trabalhava com restauração de livros antigos; Will era arquiteto. Nada em comum, exceto o horário de almoço no mesmo parque. Começaram a dividir o banco, depois os sanduíches, depois os silêncios confortáveis.
“Por que sempre o mesmo banco?”, perguntou Will, numa tarde de outono.
“Porque é aqui que você aparece”, respondeu Luke, sem pensar.
Will ficou quieto. Então riu, baixinho. “Eu vinha aqui antes de te conhecer. Achava o lugar bonito.”
“E agora?”
“Agora acho que o lugar é você.”
Luke fechou o livro que segurava. “Isso foi terrível.”
“Eu sei.” Will se inclinou. “Mas funcionou?”
O beijo foi lento, como páginas sendo viradas com cuidado. Quando se separaram, Luke sorriu.
“Funcionou.”
E o universo, enfim, parou de conspirar.



