Aaron Hugese and Sam Steiner fuck

O sol já havia se posto quando Aaron Hugese e Sam Steiner se encontraram no estúdio abandonado. A poeira dançava na luz fraca, mas nenhum dos dois ligava. O tesão entre eles era mais antigo que as paredes descascadas.
Sam, rabudo e de sorriso safado, empurrou Aaron contra a parede. “Chega de esperar”, murmurou, os dedos já desabotoando a calça do outro. O sexo gay amador deles sempre começava assim: bruto, direto, sem frescuras.
Aaron, dotado e confiante, libertou o pênis de Sam, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é viciante”, sussurrou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Sam, e a putaria começou com gemidos abafados e mãos enroscadas no cabelo.
A transa mudou quando Aaron levantou Sam e o colocou de quatro num colchão velho. A foda foi intensa, cada estocada uma mistura de dor e prazer. Sam pedia mais, e Aaron entregava, a pica encontrando o ângulo perfeito.
O sexo era uma linguagem que só eles entendiam, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Quando ambos chegaram ao clímax, o estúdio pareceu desabar sobre eles.
Sam deitou, ofegante. “Você é um monstro”, disse, rindo.
Aaron se deitou ao seu lado. “E você adora”, respondeu, beijando sua nuca. O próximo encontro já estava marcado no olhar de ambos.



