Allen King gets fucked by Pol Prince

Allen King sempre acreditou que o amor era para os outros. Em sua vida de holofotes e viagens, relacionamentos pareciam impossíveis. Até Pol Prince entrar em cena.
Conheceram-se nos bastidores de um evento em Barcelona. Pol, com seu jeito calmo e olhar profundo, não se impressionou com a fama de Allen. Isso o intrigou.
“Você não quer uma foto?”, perguntou Allen, brincando.
Pol sorriu. “Prefiro uma conversa.”
Sentaram-se num café próximo. Horas passaram sem que percebessem. Pol falou sobre sua arte, suas dúvidas, o desejo de algo verdadeiro. Allen, pela primeira vez, baixou a guarda.
“Eu tenho medo de ser só um nome”, confessou Allen.
Pol segurou sua mão sobre a mesa. “Para mim, você já é mais que isso.”
O primeiro beijo veio dias depois, na varanda do hotel, sob o céu de Barcelona. Sem pressa, sem plateia. Apenas dois homens se permitindo sentir.
Nos meses seguintes, entre voos e mensagens madrugada adentro, construíram algo frágil e precioso. Allen aprendeu que amar era ficar, mesmo quando era mais fácil ir.
“Fica”, disse Pol, numa noite.
Allen sorriu. “Já estou.”
E pela primeira vez, acreditou.



