Apolo Adrii – Fucking Raw with Arandelas

Apolo Adrii girava as arandelas entre os dedos, nervoso. A oficina estava vazia, exceto pelo zumbido da lâmpada flickering. Ele esperava por uma entrega que nunca chegava.

Quando a porta se abriu, não era o fornecedor. Era uma mulher de casaco longo, os olhos frios.

— Você é Apolo Adrii? — perguntou.

— Depende de quem pergunta.

Ela colocou uma caixa sobre a bancada.

— As arandelas que você encomendou. Mas tem um problema.

Apolo abriu a caixa. Dentro, as peças de metal brilhavam sob a luz fraca. Eram perfeitas. Rápidas demais para serem normais.

— O que é isso?

— Não são arandelas comuns. São chaves. Para algo que seu pai escondeu antes de morrer.

Apolo sentiu o estômago afundar. O pai nunca falava do passado. Só deixara a oficina e dívidas.

— Quem é você?

— Alguém que também quer respostas.

Ele fechou a caixa e a encarou.

— E se eu não quiser me envolver?

— Aí você devolve as arandelas. E reza para ninguém mais descobrir que elas existem.

Apolo Adrii olhou para as próprias mãos, sujas de graxa, e depois para a caixa. Suspirou.

— Tá. Por onde começamos?

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