Apolo Adrii fucks Diego Tebas

Apolo Adrii, loiro de olhar safado, encontrou Diego Tebas num corredor de hotel durante uma convenção. Diego era alto, moreno, com um sorriso que prometia putaria.
“Você é o tal do dotado que todos os putinhos procuram?”, provocou Apolo, encostando Diego na porta. Diego riu, baixo. “E você é o sacana que se acha?”
A resposta foi um beijo bruto. Diego o jogou contra a parede, mordeu seu lábio, as mãos percorrendo seu corpo. “Vou te mostrar”, rosnou.
A foda foi selvagem. Diego o envergou, puxou seus cabelos loiros e o possessão foi violento. Apolo gemia, arranhava a parede, pedia mais. “Assim, dotado! Me quebra!”, gritava, enquanto o sexo virava pura sacanagem.
Trocaram de posições, de ritmo, numa dança suja de corpos suados. Apolo cavalgou Diego, depois foi envergado novamente, gemendo sem vergonha. A putaria ecoava pelo corredor.
Terminaram ofegantes, o corpo de Apolo marcado. Diego acendeu um cigarro. “Não é só fama, hein.” Apolo sorriu, a voz rouca. “Amanhã tem mais, seu safado.”
Os dois sacanas riram, sabendo que aquela foda estava longe de acabar. A noite ainda era jovem, e eles eram mestres na arte da sacanagem.



