Heath Halo and William Seed flip fuck

Heath Halo era iluminador de teatro, acostumado a criar atmosferas para histórias alheias. William Seed, ator iniciante, estreava na peça da temporada. Na primeira montagem, Heath ajustava os refletores quando William entrou no palco vazio.

— Você é o novo? — perguntou Heath.

— Sim. Nervoso — admitiu William.

Heath sorriu. — A luz ajuda. Confia em mim.

Durante os ensaios, algo cresceu entre eles. William decorava falas, Heath corrigia ângulos, e os olhares se encontravam mais que o necessário. Nos bastidores, conversas longas sobre sonhos e medos.

Na noite de estreia, William brilhou. Após os aplausos, encontrou Heath sozinho na cabine de iluminação.

— Você me fez parecer melhor do que sou — disse William.

— Eu só iluminei o que já existia — respondeu Heath.

William se aproximou. — Então ilumine isso também.

Beijaram-se sob a luz âmbar que Heath havia criado. O teatro vazio testemunhou o início de algo maior que qualquer peça. Ali, entre cabos e refletores, dois homens descobriram que o amor também é uma forma de arte — e que a melhor luz é aquela que revela a verdade do coração.

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