Nick Floyd and Mateo Muscle – Fucking Ripped Twink Boy

O vestiário do ginásio estava vazio, mas Nick Floyd e Mateo Muscle transformaram os armários em testemunhas da putaria. Mateo, dotado e de corpo esculpido, encostou Nick nas duchas, a água fria contrastando com o calor dos corpos. O sexo gay amador começou com mãos ávidas, peles molhadas se colando, o tesão subindo como vapor.
Nick, rabudo e insaciável, ajoelhou-se diante de Mateo, deslizando a boca pela rola grossa que já pulsava. A pica de Mateo preenchia sua garganta, cada movimento arrancando gemidos roucos. Mas Nick queria mais: levantou-se, apoiou as mãos no azulejo e ofereceu seu rabudo àquela pica implacável.
A foda foi selvagem. Mateo enterrou o pau inteiro, cada estocada mais funda que a anterior. O som molhado da transa ecoava, enquanto o pênis de Mateo encontrava o ponto exato que fazia Nick delirar. O sexo era sujo, visual, uma dança de dominação e entrega.
“Assim, gostoso”, Mateo sussurrou, aumentando o ritmo. A rola deslizava, quente, criando um vaivém hipnótico. Nick gemia, sentindo a pica preenchê-lo por completo, cada movimento arrancando prazer do seu corpo.
Quando o clímax chegou, foi avassalador: Mateo gozou fundo em Nick, enquanto o rabudo se contraía ao redor da rola, leitando-se contra o azulejo frio. Ofegantes, trocaram olhares cúmplices. O vestiário cheirava a sexo, e aquela transa ficaria marcada como uma das mais intensas.



