William Seed, Damian Night

O camarim do clube noturno estava vazio, mas William Seed e Damian Night não estavam ali para descansar. Damian, um moreno rabudo de olhos escuros, já havia trancado a porta quando William se aproximou, o tesão estampado em cada movimento.
“Finalmente”, murmurou Damian, puxando William para perto. O sexo gay amador deles sempre começava assim: urgente, bruto, uma putaria sem compromisso.
William, dotado e confiante, deslizou as mãos pelo corpo de Damian. Libertou o pênis do parceiro, uma pica grossa que pulsava em sua mão. “Sua rola é viciante”, sussurrou antes de ajoelhar. A boca quente encontrou o pau de Damian, e o sexo começou com gemidos que ecoavam no camarim vazio.
A transa mudou quando Damian virou William contra a bancada de maquiagem. A pica de William encontrou o caminho, e a foda foi intensa, uma dança de corpos suados e respiração ofegante. Damian pedia mais, e William entregava tudo, cada estocada uma promessa de prazer infinito.
O sexo gay deles não era sobre amor, mas sobre pura necessidade. Quando ambos explodiram em prazer, os espelhos embaçaram.
Damian caiu ofegante, sorrindo. “Você é um monstro, William.”
William riu, beijando sua nuca. “Até a próxima transa, Damian Night.”



